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nov 22 2017

Bahia precisa quebrar tabu para seguir sonhando com Libertadores

O confronto entre Bahia e Chapecoense ainda pode ser considerado raro no futebol brasileiro. Aconteceu apenas três vezes, e o tricolor jamais venceu: duas derrotas e um empate.

O pequeno número de duelos tem a ver com a história da Chapecoense. O time catarinense conseguiu o acesso da Série D para a Série C em 2009; em 2012 subiu para a segunda divisão e, no ano seguinte, conquistou o direito de disputar a elite do futebol nacional, onde permanece até então. Apesar do Bahia ter disputado a Série C em 2006 e 2007, além de outras edições da Série B, foi somente em 2014 que os clubes se encontraram pela primeira vez. O jogo foi em Chapecó (SC) e os donos da casa levaram a melhor, vencendo por 2×1 com gols de Abuda e Alemão. Demerson descontou para o Bahia.

No mesmo ano, na partida de volta pela Série A, a Chape voltou a vencer, desta vez em plena Fonte Nova, por 1×0, com gol de Tiago Luís e colaboração de Marcelo Lomba, que falhou no lance. Com o Bahia fora da elite em 2015 e 2016, o reencontro aconteceu apenas este ano.

Em Chapecó novamente, o tricolor, enfim, conseguiu evitar o que seria a terceira derrota consecutiva para os catarinenses. Túlio de Melo abriu o placar para a Chapecoense e Rodrigão igualou de cabeça, garantindo o empate por 1×1.

Domingo (26), às 18h, na Fonte Nova, nenhum resultado além do triunfo serve para as pretensões da equipe de Paulo Cézar Carpegiani, que segue em busca de uma vaga na Copa Libertadores do ano que vem.

“Temos a obrigação de tentar satisfazer a torcida. Colocamos a possibilidade na cabeça deles, agora a responsabilidade é toda nossa. Vamos tratar de  vencer o próximo e tentar nem que seja a pré-Libertadores, não importa”, afirmou o comandante tricolor após a derrota por 1×0 para o Sport, em Recife, no último domingo.

Depois da folga concedida pela comissão técnica, o elenco tricolor volta aos treinos na tarde desta quarta (22), no Fazendão. E, se Carpegiani conta com novas opções para enfrentar a Chapecoense, como a volta de Renê Júnior após cumprir suspensão e a possibilidade do retorno do zagueiro Lucas Fonseca, que se recupera de lesão, o treinador pode ter problemas na última rodada.

Ao todo, 12 jogadores estão pendurados com dois cartões amarelos, sendo sete deles considerados titulares. Jean, Eduardo, Tiago, Juninho Capixaba, Zé Rafael, Allione e Edigar Junio terão que tomar muito cuidado para não se tornarem desfalques contra o São Paulo, no Morumbi, no dia 3 de dezembro.

Além deles, Anderson, Matheus Reis, Feijão, Régis e Juninho também correm risco de suspensão para a rodada final. Juninho, no entanto, saiu machucado do jogo cotnra o Sport e dificilmente atuará contra a Chapecoense.(Correio24Horas)

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