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jul 19 2017

BAHIA TENTA QUEBRA DE JEJUM CONTRA O ATLÉTICO-MG EM BELO HORIZONTE

Após um decepcionante empate em Pituaçu, contra o Avaí, no último domingo, o Bahia tenta nesta quarta-feira, 19, recuperar os pontos perdidos contra o Atlético-MG, às 21h45, no Independência, em Belo Horizonte. A missão, contudo, é mais do que dura. Em seu terreiro (e fora dele também), quando encara o Tricolor pelo Brasileirão, o Galo canta alto, e o time baiano terá que se superar para seguir afastado da zona de rebaixamento.

Desde 1959, pelo Campeonato Brasileiro, foram 36 jogos entre Bahia e Atlético-MG. Os mineiros venceram três vezes mais que o Esquadrão (18×6), com 12 empates. Contando amistosos e outras competições, foram 54 jogos, com 13 triunfos do Tricolor Bahia, 27 do Galo e 14 igualdades.

Fora o histórico geral, o Bahia venceu apenas dois dos 20 jogos que disputou em Belo Horizonte: um em 1999, pela Copa do Brasil (1×0, com gol de Bebeto Campos), e outro em 1985, de virada, por 3×2, pelo Brasileirão daquele ano. Além disso, desde 13 de outubro de 2002, quando goleou o Galo por 5×3, na Fonte Nova, o Esquadrão não vence o adversário. Foram nove duelos de lá para cá, com cinco empates e quatro derrotas.

A esperança do Bahia para esta quarta pode estar no histórico do Atlético-MG em casa no Brasileirão-2017. Em sete confrontos, o galo perdeu três (contra Fluminense, Atlético-PR e Santos), empatou dois (Sport e Ponte Preta) e venceu apenas duas (Avaí e Cruzeiro). Já o Tricolor vem de seu único triunfo fora de casa na competição, por 3 a 0, contra a Ponte Preta, há duas rodadas.

Dúvidas

A desvantagem no histórico pode não passar de um tabu, mas o técnico Jorginho, pressionado pelo futebol ineficiente da equipe no 1×1 contra o Avaí, tem outros problemas maiores para se preocupar em termos de escalação.

O treinador até tem a volta do zagueiro Tiago e do meia Zé Rafael, que cumpriram suspensão no domingo, mas perdeu Renê Júnior pelo 3º cartão amarelo e não contará com o centroavante Rodrigão que, lesionado, não viajou com o grupo para Belo Horizonte.

Além disso, seus principais meias-atacantes renderam mal contra o Avaí e foram criticados publicamente pelo treinador. A tendência é que ele forme a dupla de volantes com Mateus Sales e Juninho, e um trio de meias onde Régis, Allione, Mendoza, Ferrareis e Vinícius brigam pelas duas vagas disponíveis.

Há ainda a alternativa de escalar Feijão na frente da zaga, e adotar uma formação mais cautelosa, com Juninho na armação. No comando do ataque, João Paulo deve ser mantido no time.(A tarde)

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